Fazendo a crítica do movimento romântico e citando autores como Wordsworth e Browning, C.S. Lewis faz refletir sobre o modo ingênuo com que nos relacionamos com a natureza: "Se você tomar a natureza como mestre, ela lhe ensinará exatamente as lições que você já decidiu aprender; e isso é só um outro modo de dizer que a natureza não nos ensina... O único imperativo que a natureza proclama é: 'Olhe. Ouça. Veja.'" (C.S. Lewis, The Four Loves, p. 9).
Uma pessoa é uma voz. Uma voz custa a envelhecer. Uma voz é sempre pergunta ou resposta, saudação ou despedida, grito ou silêncio. Uma voz também é silêncio. A voz clama no deserto, e busca um eco, um eco, um eco. Clama na cidade, e é sufocada por tantos ruídos. A voz conversa sempre com a Voz.
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Abraço amigo Gladir.
Abraços!